FARINHA DE CAFÉ PC, O NOVO CAFÉ, PARA PÃES, BOLOS E DOCES


A bebida de café é a mais consumida do mundo, mais até do que a Coca Cola, o uísque escocês ou mesmo o leite in natura.

E consegue ter este sucesso todo utilizando apenas os dois grãos, as sementes, que nascem e crescem numa frutinha que, madura, se chama café cereja.

Em peso, os dois grãos da fruta madura de café pesam metade do peso da fruta, a outra metade é a casca e a polpa, matéria nutritiva gelatinosa que recobre os grãos e é contida pela casca.

O NOVO CAFÉ é produzido utilizando-se este excedente, polpa e casca, atualmente de uso menos nobre, simplesmente descartado ou utilizado como adubo.

Este excedente, o resíduo de polpa e casca descartado no moderno processo de despolpamento, descascamento, da fruta de café cereja madura, está sendo processado e transformado na FARINHA DE CAFÉ PC, uma farinha sem gosto, como qualquer farinha, mas riquíssima em nutrientes, muito mais do que a farinha de trigo e todas as outras conhecidas. E como todas as outras, utilizada para pães, bolos e doces.

A nova super farinha, o NOVO CAFÉ, tem mais ferro por grama do que o espinafre, mais potássio do que a banana, mais proteína do que a couve fresca, mais antioxidante do que a romã e mais fibra por grama do que a farinha de trigo integral.

O processo de transformação da fruta de café sem os grãos nesta nutritiva farinha foi inventado por Nathan Myrvold, um padeiro com Ph.D. em física, um ex-CEO da Starbucks, Dan Belliveau, e Bill Gates, o bilionário dono da tecnológica Microsoft, que financiou todo o projeto.

A farinha está no mercado norte-americano desde 2014, e unicamente nos Estados Unidos, não existe em nenhum outro país, inclusive o Brasil. É vendida em lojas, pela internet, e faz o maior sucesso. Criou-se toda uma culinária de novos pães, bolos, cookies e doces, com chefs ensinando receitas pela televisão e internet.

O desenvolvedor da FARINHA DE CAFÉ PC no Brasil, o cafeicultor, jornalista e empreendedor Eustaquio Augusto dos Santos tomou conhecimento da existência da super farinha pela leitura de um livro que nada tinha a ver com alimentos ou agricultura, tinha a ver com tecnologia, criatividade e mente humana.

Aposentado como jornalista profissional e vivendo em sua Fazenda de Café Paiol, pesquisou sobre o assunto e conquistou o interesse de um grupo de engenheiros agrônomos pesquisadores. Liderados pelo cientista Sammy Fernandes Soares, da Embrapa Café e EPAMIG – Empresa de Pesquisas Agropecuárias de Minas Gerais, o grupo inventou o processo que possibilitou colocar o Brasil no mesmo patamar tecnológico dos americanos nesta questão.

E mais. O processo mineiro é simples, não tem registro de patentes ou pagamento de royalties e ainda acrescenta uma novidade importantíssima: a produção de um extrato líquido, uma calda, de café proveniente da fruta, que pode ser utilizada para inúmeras finalidades nas indústrias de bebidas, farmacêutica e de cosméticos.

Um comentário:

A Amazônia é a maior floresta tropical do Planeta e vamos protegê-la do desmatamento também com o mercado alternativo de Créditos de Carbono para a maior área florestada de cafezais do mundo. São bilhões de pés de café sequestrando milhões de toneladas de CO2. Café Compensa Carbono. Café é energia limpa.

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